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COLUNA PATRIMÔNIO HISTÓRICO
Leonardo Ladeira ladleo@gmail.com
rioecultura : Quinta da Boa Vista - Oásis de Lazer e Cultura : Coluna Patrimônio Histórico

Um dos passeios preferidos do carioca é passar o dia de domingo na Quinta da Boa Vista, o parque onde no passado residia a família imperial.

Aos domingos e feriados, desde cedo, o parque, com seus 155 mil m², recebe milhares de pessoas em busca de lazer, seja visitando o Jardim Zoológico ou o Museu Nacional, ou ainda simplesmente fazendo um piquenique no gramado, com direito a passeios de caiaque e pedalinho no lago.

Além de seus destaques naturais, como inúmeras árvores, alamedas e o lago, a Quinta da Boa Vista reúne várias atrações que chamam a atenção de quem aprecia o patrimônio cultural da cidade.

Mas antes de falar sobre elas, vamos conhecer um pouco desse parque incorporado ao patrimônio e à história da cidade do Rio de Janeiro.

Fazenda dos Jesuítas e a melhor Chácara do Rio

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Itografia aquarelada do Barão Karl Robert Planitz, c.1835-1840

A região onde hoje se encontra a Quinta da Boa Vista pertencia à Freguesia de São Cristóvão, onde, no período colonial, se localizavam fazendas de gado e engenhos de açúcar de propriedade dos Jesuítas. A Freguesia de São Cristóvão era uma área coberta por mangues, com densa vegetação. Ganhou esse nome devido a uma igrejinha dedicada a este santo, erguida pelos padres Jesuítas, à beira-mar.

Com a expulsão dos Jesuítas do Brasil, em 1759, As fazendas da região foram divididas em quintas e sítios menores. Uma dessas quintas foi adquirida pelo comerciante e traficante de escravos Elias Antônio Lopes, que ali, em 1803, construiu uma casa, considerada a melhor da cidade na época, apesar das instalações modestas. A propriedade era então chamada de ‘Chácara do Elias’.

Como a casa foi erguida na parte mais alta do terreno, o local foi rebatizado para ‘Quinta da Boa Vista’. Com sua posição privilegiada, dali podia-se contemplar um belo panorama, que incluía a Praia de São Cristóvão (hoje inexistente), a Floresta da Tijuca e o Corcovado.

Quinta Real da Boa Vista

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A Quinta em 1822

Com a chegada da corte ao Brasil, em 1808, Elias Antonio Lopes cedeu sua propriedade a D.João VI, que se mudou para ali com D.Pedro I e outros membros da família real.

O local passou a se chamar então de Quinta Real da Boa Vista e o casarão, após ser reformado, ganhou o nome de Paço de São Cristóvão (atual Museu Nacional).

Com a ida de D.João para a Quinta, grande parte da nobreza brasileira mudou para São Cristóvão, causando um aumento da população do bairro e originando melhorias, como pavimentação das ruas e instalação de iluminação pública. Mais tarde, os trechos alagadiços foram aterrados e os caminhos por terra aprimorados.

Os primeiros paisagistas a trabalhar na reforma da Quinta da Boa Vista foram Pedro José Pézérat, que melhorou os acessos e foi responsável pelo projeto do pavilhão do Palácio Imperial, e Theodore Marx, que construiu o ‘jardim inglês’. Mas foi Auguste Glaziou quem elaborou um projeto integral de paisagismo.

O Projeto de Glaziou

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A Quinta em 1870

Em 1868, o Imperador D.Pedro II contratou o paisagista francês Auguste François Marie Glaziou para criar um novo projeto paisagístico para os jardins da Quinta da Boa Vista.

Segundo o professor de História da Arte Carlos Terra, “para a integração do portão principal, Glaziou traçou, a pedido do imperador, uma linha reta partindo da fachada principal do palácio, formando uma aléia de sapucaias”.

Para Lília Moritz Schwarcz, autora de “As Barbas do Imperador”, D.Pedro II “pagou caro para poder usufruir e proporcionar à cidade o seu próprio Bois de Bologne”.

O jardim, com caminhos de forma curvilínea, ganhou elevações e depressões, lagos, grandes áreas gramadas, uma gruta artificial, bancos, pontes que imitam galhos de árvores.

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Busto e projeto de Glaziou

Glaziou introduziu na Quinta o estilo inglês, mais romântico, com caminhos sinuosos. Os jardins de estilo inglês eram considerados na época os mais naturais, livres, e que produziam mais ilusões.

Infelizmente a Quinta da Boa Vista passou por muitos momentos de abandono e a má conservação e o vandalismo fizeram com que vários elementos da reforma Glaziou se deteriorassem ou se perdessem para sempre.

A Quinta no Século XX

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A Quinta em 1906

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Em 1907, por determinação do presidente Afonso Penna, tiveram início, na Quinta da Boa Vista, obras de embelezamento e modernização. O parque foi reinaugurado em 12 de outubro de 1910 pelo presidente Nilo Peçanha. A Quinta ganhou novos passeios, o Jardim Terraço, três amplos portões, gradis, mesas, bancos, sanitários públicos em forma de quiosques, além do Pagode Chinês e o Templo de Apolo (ver Atrativos).

Em 1938, o prefeito Henrique Dodsworth construiu, nos fundos da Quinta, o Jardim Zoológico Municipal, inaugurado em 1945.

Em 1968 foram construídas quadras esportivas e instalados brinquedos, bancos e bebedouros.

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Família posa para foto na Quinta da Boa Vista, década de 50

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A Quinta na década de 70

Ao longo dos anos o parque foi perdendo área para ocupação de órgãos públicos – dos 938.853 m² de 1938, época do tombamento da Quinta pelo IPHAN, restaram 530.000 m².

Contudo, a Quinta da Boa Vista continua sendo uma das mais populares opções de lazer dos cariocas.

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:: ATRATIVOS ::
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Pagode Chinês
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O Pagode Chinês, de autoria do arquiteto e paisagista Paulo Villon, foi construído em 1910, quando o então prefeito Serzedelo Correa revitalizou a Quinta da Boa Vista e homenageou a influência chinesa na cidade. O Pagode Chinês apresenta elementos soltos, formados por treliças e planos, e argamassa imitando bambus, com nós e gomos.

O forro do telhado também em argamassa, imita o sapê, enquanto o forro do piso imita a casca das arvores apoiado em bambus, materiais que geralmente eram usados para a construção de pagodes na China. Completando 100 anos em 2010, o monumento foi inteiramente restaurado e reinaugurado em abril de 2009.

Templo de Apolo
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Localizado em uma ilha artificial no lago e acessado por uma ponte, o Templo de Apolo, com inspiração na arquitetura coríntia, foi criado pelo arquiteto e paisagista Paulo Villon e inaugurado em 1910, pelo prefeito Serzedelo Correa e pelo presidente Nilo Peçanha. O projeto inicial era realizar ali concertos musicais.

Portão Monumental
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Presente de casamento de um Lord Inglês, o Duque de Northuberland, a D.Pedro I e D.Leopoldina, o primitivo portão de entrada da Quinta foi inspirado no pórtico de Robert Adams para a "Sion House", residência daquele nobre na Inglaterra.

É moldado em uma espécie de terracota, denominada "Coade stone", fabricada pela empresa inglesa Coade & Sealy. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o portão foi trasladado para a entrada principal do Jardim Zoológico em 1909.

Jardim Zoológico
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Inaugurado em 12 de março de 1945 e contando com uma área de 120.000 m2,o Zôo está instalado num parque arborizado nos fundos da Quinta da Boa Vista. A sua coleção conta, atualmente, com cerca de quinhentos mamíferos, novecentos répteis e mais de mil aves. Podem ser vistas muitas delas raras e ameaçadas de extinção como a arara azul, a harpia, o jacaré-de-papo-amarelo, o lobo-guará, o mico-leão-de-cara-dourada, o tamanduá-bandeira e o urubu-rei.

Destacam-se também as alamedas margeadas de palmeiras imperiais; a Casa Noturna, um recinto para observação de espécies de hábitos noturnos, como aranhas, cobras, corujas e morcegos; o chamado Viveirão, onde os visitantes podem entrar e caminhar livremente entre diversas espécies de aves em semi-liberdade, como o íbis-sagrado, o flamingo, o guará, o grou-coroado, o grou-senhorinha, o pato-do-mato, o tiê-preto; e a Passarela da Fauna, uma passarela elevada, inaugurada em 17 de setembro de 2004, que permite ao visitante caminhar por entre vários animais (cervídeos, aves e tartarugas) em semi-liberdade, em uma grande área aberta.

Monumentos
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A estátua de D. Pedro II, tendo ao fundo o Museu Nacional, tem autoria de Jean Magrou e foi projetada pelo arquiteto Heitor da Silva Costa, especialmente para local onde se encontra. A estátua do imperador mede 2 metros e 60 centímetros, e ergue-se sobre um pedestal de cantaria lavrada de Petrópolis.

Foi inaugurada em 1925, data do Centenário do Imperador. No jardim de frente ao Museu Nacional encontram-se estátuas alegóricas representando a África, a América, a Ásia e a Europa. Também neste jardim está um monumento em homenagem à Imperatriz Leopoldina, que faleceu no Palácio de São Cristóvão.

A estátua em bronze foi esculpida por Edgar Duvivier (pai) em 1997. Ainda se encontra na Quinta um busto em mármore em homenagem a Glaziou, esculpido por Nicolina Vaz de Assis em 1910.

Aquário
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O ZooAquarium é um aquário instalado dentro da área do Zoológico do Rio de Janeiro. A construção, que lembra uma caverna, foi idealizada pelo Imperador D.Pedro II.

O projeto do aquário foi feito pelo paisagista francês Auguste Glaziou, atendendo ao pedido de Pedro II, que não viu seu aquário virar realidade. Nos anos 10, o projeto foi retomado, mas o aquário deixou de funcionar nos anos 40 e passou quase 60 anos abandonado.

Por iniciativa da Fundação RIOZOO, o aquário público da Quinta da Boa Vista foi inteiramente restaurado em 2004, conservando características da construção original, e hoje abriga enorme variedade de peixes típicos de várias regiões do Brasil e do exterior.

Antiga Escola Prado Junior (atual Administração do Zoológico)
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O belo edifício em estilo neocolonial foi construído entre 1928 e 1929, pelo próprio prefeito Prado Júnior procurando atender às crianças deficientes. Sofreu diversas modificações decorrentes das sucessivas mudanças de utilização: Escola para Débeis, Instituto de Nutrição, Posto de Saúde e por fim, administração do Zôo.

Segundo avaliação feita por Francisco Veríssimo e William S.M. Bittar, “A construção utiliza elementos da arquitetura tradicional do período colonial em fachada, planta, circulações e pátios, tais como telhas de capa e bica compondo o telhado, arrematando em beirais aparentes (...), frontões curvilíneos, avarandados nos pátios internos ajardinados, entre outros elementos decorativos”. Está localizado junto ao portão de entrada do Zoo.

Museu Nacional
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Saiba tudo sobre o Museu Nacional na próxima edição da Coluna Patrimônio Histórico.

SERVIÇO
QUINTA DA BOA VISTA
Endereço: Avenida Pedro II, s/n – São Cristóvão
Horário: Diariamente, das 7h às 18h

Por Leo Ladeira
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Fotos atuais da Quinta da Boa Vista: Leo Ladeira
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Fontes de Consulta:
- As Barbas do Imperador. Lília Moritz Schwarcz / Companhia das Letras / SP / 1998
- O Jardim no Brasil do Século XIX: Glaziou Revisitado. Carlos Gonçalves Terra / UFRJ/EBA, 1993
- Rio de Janeiro: Preservação e Modernidade – Prefeitura do Rio de Janeiro / Sextante Artes / 1998
- O Rio de Janeiro e seus Prefeitos. Evolução Urbanística da Cidade / José de Oliveira Reis / Prefeitura do RJ / 1977
- Monumentos do Rio. Governo do Estado do RJ / 1983
- Inventário Arquitetônico do Município do Rio de Janeiro Neo-colonial. Francisco Salvador Veríssimo e William Seba Mallmann Bittar. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (FAU-UFRJ) – 1983
- “A influência dos estilos arquitetônicos franceses nas construções do Rio e São Paulo nos séculos passados” em Revista França-Brasil, órgão de divulgação da Câmara de Comércio França-Brasil
- “Monumento Pagode Chinês da Quinta da Boa Vista é restaurado e inaugurado” - O Globo online - 29/04/09
- Site Notícias Rio – Prefeitura do Rio de Janeiro
- Procurando os Nemos – Viver Melhor – Diário online
- Flickr Rio Antigamente
- Blog Arqueologia do RJ
- Blog Carioca da Gema
- Blog Alma Carioca
- Wikipédia
- Site Brasil Cult
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Mais uma vez, PARABÉNS por esse trabalho de resgate do valor histórico, cultural e social da Quinta da Boa Vista. Leo, que tal continuar aí por São Cristóvão e vasculhar os outros prédios tombados pelo patrimônio histórico, mas infelizmente muito mal explorados e visitados?
  Postado por: Marisa Sá
  em: 2010-07-16 14:52:43

Parabéns por divulgar o patrimônio histórico de nossa Cidade.
  Postado por: Vera Dias
  em: 2010-07-20 22:23:21

Moro no RJ á 3 anos e sou apaixonada pela sua hitória e sua beleza, mas fico muito decepcionada com a destruição e o abandono dos monumentos que aqui existem, tem em mim que as outoridades teriam que ter mais cuidado com o nosso passado que esta tão deslechado, obras incriveis, contruções magnificas tudo muito destruido. É uma pena. E não é só a Quinta que esta no verdadeiro abandono e proprio centro da cidade com seus predios centenarios ali largados sem nem uma restauração, um exemplo é antiga estação de trem do centro da cidade, tem construção mais deslumbrante? Pois é meus amigo acho que o secretaria de cultura do RJ esta deijando muito a desejar e sei que tudo nesse pais se da um jeito então mãos á obra.
  Postado por: Ana
  em: 2010-10-26 01:04:21

Sou moradora de São Cristovão e amo a Quinta da Boa Vista. Porém, ando meio apreensiva quanto a quantidade de eventos que tem sido realizado em pouco espaço de tempo. Veja: Semana Santa (Show Gospel, com milhares de pessoas); 01 de Maio - Show do Trabalhador com milhares de pessoas; Neste final de semana - VIRADÃO CARIOCA e Taça Brasil de Ciclismo, novamente com milhares de pessoas. Como fica o gramado, onde todo esse público pisou... e a trilha formada pelas bicicletas da Taça Brasil. Vejo que a Quinta necessita de uma obra urgente. Temos a mureta em torno do museu com arames(lamentável)... na lateral da Avenida Rotary Internacional, a cerca caiu(devido a queda de árvore) já fazem quase 3 meses e nada aconteceu para efetuar o reparo.
  Postado por: ELIANA OLIVEIRA
  em: 2011-05-23 12:24:37

ééééé orriveu nao gostei podem falar de mim mais vcs falao parabens isso tal aquilo mais odiei prefiro o meu blog
  Postado por: anônimo
  em: 2012-04-22 15:51:46

ameiii serio meu trabalhho e sobre esse tema a quinta da boa vista e tirei um dez Obj bjj thau
  Postado por: bia
  em: 2012-04-22 15:54:16

fiquei muito triste ao procurar um banheiro na quinta onde eu fui passar o dia e so encontrei no museu a 3.00 o preço para visitar o mesmo. porque o orgao que administra quinta nao facilita as coisas para os usuarios. nem todo mundo tem 3.00 toda vez que der vontade.
  Postado por: helius santos santanna
  em: 2013-01-20 20:02:40

Estive na Quinta da Boa Vista no domingo passado (10/08/2014), e gostaria de fazer as seguintes considerações  Acho que é preciso construir um portão maior em substituição àquela pequena porta lateral do outro lado da nova passarela que liga o Maracanã à Quinta. É preciso colocar também alguns guardas municipais naquele portão e também na saída da passarela. O parque precisa de muitos banheiros públicos / de muitos bedouros (iguais àqueles de Nova York (em bronze) / de muitos bancos (quase não há bancos no local e os idosos precisam se sentar adequadamente: não conseguem ficar estirados na grama do local, como a maioria das pessoas, pois o corpo não agüenta). Comi um churrasco completo em um daqueles quiosques próximos ao Restaurante da Quinta. Estes quiosques poderiam ser muito melhorados, para ficar como os quiosques da Praia de Copacabana, ou a alguns dos melhores da Lagoa. É preciso mandar abrir ao público aquela parte da Quinta que fica à esquerda do portão de entrada perto da linha do trem. Quando eu era pequena aquele local também estava aberto ao público. Acredito que o Jardim Zoológico também precisa de uma nova reforma. O que é preciso para incrementar estas medidas ? Devemos fazer uma campanha na cidade, no facebook e outras mídias para conseguirmos alguns patrocinadores ? O parque é muito bonito, mas continua muito acanhado. E como São Cristóvão agora está se modernizando, repleto de novos prédios, tanto de empresas como de novos moradores, é preciso aproveitar este momento propício.
  Postado por: Gloria de Castro
  em: 2014-08-14 17:47:22


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