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![teatro : [09.01.10 a 18.04.10] <br>Os Saltimbancos](http://www.rioecultura.com.br/evento/img/teatro_oi_casagrande_saltimbancos.jpg)
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teatro ] |  |
|  | [09.01.10 a 18.04.10] Os Saltimbancos |  |  |
| Local: | Teatro Oi Casa Grande Rua Afrânio de Mello Franco, 290 Leblon (21) 2220-5033 |
| Data: | de 9 de janeiro a 7 de fevereiro e de 13 de março a 18 de abril de 2010 [sábado e somingo] |
| Hora: | sábado às 15h domingo às 16h |
| Valor: | Platéia: R$60
Balcão: R$40 e 30
Camarote: R$80
Capacidade: 950 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação etária:
Livre (indicado para crianças a partir de 3 anos) |
| Atenção: os horários
e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio.
Por isso, é recomendável confirmar as informações
por telefone antes de sair. | |  |  |
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Os Saltimbancos
Sucesso há mais de trinta anos, desde a sua primeira encenação em 1977, no Canecão, o espetáculo Os Saltimbancos, de Luiz Enríquez Bacalov e Sergio Bardotti, com tradução e adaptação de Chico Buarque, ganha uma grande montagem, com direção de Cacá Mourthé, que estreia dia 09 de janeiro, no Teatro Oi Casa Grande.
O musical, com patrocínio do Bradesco Seguros e Previdência, é inspirado no conto dos irmãos Grimm, “Os músicos de Bremem”, e traz no elenco Bianca Byington (a galinha), que volta a fazer a peça que a lançou no teatro em 1978, Alessandra Verney (a gata), Mauricio Tizumba (o jumento) e José Mauro Brant (o burro), quatro animais muito diferentes entre si e que buscam um só ideal para as suas vidas: escapar da opressão dos seus donos. A galinha, a gata, o jumento e o cão representam, poeticamente e cada qual com sua personalidade, o sonho comum de todo ser humano: derrotar toda a forma de tirania.

“Durante o meu percurso como diretora tenho tido a oportunidade de montar vários clássicos infantis, essa experiência me ensinou a respeitar o núcleo das histórias, pois no núcleo se encontra o que faz a história ultrapassar as barreiras do tempo e se tornar uma obra de arte. Com a engenhosidade e a sensibilidade de Alexandre Elias e um novo elenco de primeiríssima qualidade, tenho certeza que a nossa montagem proporcionará a essa geração um novo espetáculo dos Saltimbancos, como de 1977, inesquecível!”, resume Cacá Mourthé.
Com direção musical de Alexandre Elias o espetáculo apresenta arranjos originais, coro infantil, atores-cantores-músicos que farão o público cantar e se divertir com as aventuras dos personagens.
Completando a ficha técnica,Sueli Guerra assina as coreografias , Sergio Marimba o cenário, Kika Lopes o figurino e Paulo César Medeiros a luz.
Sobre a peça:
Na trama, os quatro animais se revoltam com as obrigações impostas por seus patrões.
O jumento – cansado de tanto trabalhar sem recompensa alguma – decide fugir para a cidade, almejando um emprego como músico. No caminho, encontra um cachorro, na verdade mais um animal desiludido com seu antigo dono, pois sempre estava atrelado às suas ordens e nunca tinha nenhum tipo de reconhecimento.
O jumento, sensibilizado pela história do seu “quase igual”, convida o novo companheiro para segui-lo em direção à cidade. Pouco depois, no mesmo caminho, os dois encontram uma galinha, que não colocava mais ovo e a gata que não suportava continuar presa. Rapidamente, os quatro ficam juntos em busca do sonho de virarem músicos. Depois de muito caminhar, chegam à Pousada do Bom Barão, onde imaginavam poder descansar. Porém era proibida a entrada de animais e para a surpresa de todos, os seus ex-donos encontram-se lá dentro. A partir daí, juntos, eles decidem enfrentá-los. Como diz a letra da canção: “O Animal é tão bacana, mas também não é nenhum banana”.
Revisitando “Os músicos de Bremen”, dos Irmãos Grimm, os autores atualizam as personagens, fazendo com que pensem e comentem suas ações. Cantando, emocionando e fazendo rir, os quatro animais, cada um com uma história de rejeição, apresentam seus talentos e defeitos: o jumento é paciente; a galinha, teimosa; a gata é muito esperta e o cão é leal.
Sobre Cacá Mourthé:
Maria Clara Machado Mourthé, nome artístico de Cacá Mourthé é carioca e desde muito pequena envolvida no meio teatral. Iniciou sua carreira artística no teatro Tablado como aluna de Maria Clara Machado, sua tia, e de vários professores da casa. Durante dez anos foi assistente de direção de Maria Clara Machado, o que fez com que Clara a elegesse sua principal sucessora, sendo a única a dirigir suas peças durante sua gestão no Tablado. Desde 1976 vem exercendo atividades de ensino, em instituições tais como: Atelier Hélio Rodrigues, Instituto Abel, Faculdade da Cidade e desde 1980 no Teatro Tablado ministra curso de teatro.
Cacá Mourthé reúne em seu currículo diversas atividades que vão além da atividade de ensino. Trabalhou durante doze anos no Museu do Telefone, como diretora e autora da peça Tudo por um fio, atingindo um enorme sucesso que já dura mais de oito anos. Ainda como autora pode-se citar três textos em parceria com Maria Clara Machado: Passo a Passo pelo Paço Imperial, peça itinerante que conta a história do Brasil Imperial, encenada pela primeira vez em 1993 no Paço Imperial sob sua direção e em 2004 na temporada a convite do Banco HSBC e da Direção do Paço Imperial; a peça Tudo por um Fio (a história do Graham Bell) e Jonas e a Baleia. Conjuntamente com Domingos de Oliveira, Clarice Niskier, Priscila Rozembaum e Dedina Bernardelli, escreveu a peça As Mulheres de Trinta, enorme sucesso no Brasil, América Latina e na Europa. No cinema citamos O Cavalinho Azul de Eduardo Escorel (1984), Feminices de Domingos de Oliveira (2005), este último concorrendo no Festival de Cinema de Miami.
Como diretora, Cacá Mourthé desenvolveu diversos trabalhos considerados importantes na cultura brasileira e carioca, destacamos A Menina e o Vento (1989) Prêmio de Coca-Cola de melhor coreografia; Passo a Passo no Paço Imperial (1993) Prêmio Mambembe de Melhor Direção e Prêmio Coca-Cola de Melhor Direção; A Bela Adormecida (1996) Prêmio Mambembe “Os Cinco Melhores Espetáculos do Ano” Premio Mambembe de Melhor Cenário; A Verdadeira História da Gata Borralheira (1997) Premio Mambembe “Os Cinco Melhores Espetáculos do Ano”; Pluft, o Fantasminha (2003) sucesso absoluto de público, O Alfaiate do Rei (2004/2005), O Dragão Verde (2007), Melhor Espetáculo Prêmio Zilka Salaberry, entre outros trabalhos de grande repercussão.
Bianca Byington (a galinha):
Atriz de cinema, teatro e televisão desde a década de 80. Em 1998 atuou em Estorvo (2000), de Ruy Guerra, que esteve na seleção oficial do Festival de Cannes. Antes disso, trabalhou em Deus Jr. (1996), de Mauro Lima, For all (1997), de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz, Ratos da Lei (1987), de Sílvio Autuori, Amor Voraz (1983), e Walter Hugo Khoury, Garota Dourada (1983), de Antonio Calmon, e Tormenta (1980), de Umberto Molo, pelo qual ganhou prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Gramado. Sua estréia no palco foi aos 12 anos no musical Os Saltimbancos (1978), de Chico Buarque. Atuou também em diversas montagens teatrais e em novelas, minisséries e especiais da TV Globo. Participou ainda do elenco dos curtas Acre-doce, de Juarez Precioso, A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal, de Carla Camurati, e Amar, de Carlos Gregório. Em 2004 participou do longa A Dona da História, de Daniel Filho. Em 2006, participou do elenco de Trair e Coçar é Só Começar , de Moacyr Góes, e em 2007 de Viúva Rica Solteira não Fica, de José Fonseca e Costa, uma co-produção entre Brasil e Portugal. Seu mais recente trabalho foi com a peça “Farsa da Boa Preguiça”, onde está indicada ao Prêmio Shell na categoria de Melhor Atriz.
Alessandra Verney (a gata):
Alessandra Verney começou a cantar e estudar violão popular aos sete anos. Em 1992, ainda em sua cidade natal, iniciou a carreira profissional, cantando MPB, jazz e blues, enquanto estudava canto lírico e popular. Em 1995, ganhou o Prêmio Açorianos, um dos principais do Rio Grande do Sul, como Artista Revelação. No ano seguinte, Alessandra mudou-se para o Rio de Janeiro, onde suas oportunidades como artista começaram a crescer e ela estreou no teatro musical em O Abre Alas, sobre a vida de Chiquinha Gonzaga. Graças ao espetáculo, recebeu convite para participar da minissérie Chiquinha Gonzaga, na TV Globo, e também participou da telenovela Laços de Família. Dentre seus trabalhos também estão: Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava (2000); Tudo É Jazz!, Cristal Bacharach e 7 - O Musical. Protagonizou Aqui Se Faz, Aqui Se Paga - A Comédia Musical, de Mauro Rasi e Vicente Pereira, ao lado do ator e diretor Jorge Fernando. Foi convidada por Hugo Carvana para fazer o papel da crooner Tânia em Apolônio Brasil - Campeão da Alegria, sua estréia no cinema. Em 2005 estrelou o show Movie Stars, cantando sucessos do cinema nacional e internacional ao lado da cantora e atriz Gottsha. No mesmo ano, fez participação na telenovela América, na TV Globo, e passou uma temporada na Grécia, onde cantou em jazz clubs gregos. Em 2006, recebeu o convite de Miguel Falabella para atuar em Império, interpretando Noemi, a amante de Dom Pedro I. Após o término de Império, imediatamente foi convidada para o primeiro projeto autoral da dupla Moeller e Botelho: "7 - O Musical", interpretando Bianca, a antagonista de Amélia Alessandra Maestrini.
Mauricio Tizumba (o jumento):
Músico, cantor, ator e compositor, Tizumba é um dos mais populares e completos artistas, com um estilo humorístico que lhe é peculiar, fazendo-o capaz de estabelecer uma relação de sinergia entre a platéia e o artista. Com um carisma surpreendente, que sempre arrebata a atenção do público, ele é dono de uma técnica típica e sempre original em tudo o que faz e é ainda capaz de, mesmo com sua arte multifacetada, ser coerente e persistente às suas crenças. A criatividade ilimitada de Maurício Tizumba torna-o um artista genuinamente brasileiro que pode, também, ser visto como universal devido à sua força, sinceridade e avidez em preservar suas raízes africanas e disseminar sua arte pelo mundo. Com mais de 33 anos de carreira, Mauricio Tizumba vem desenvolvendo importante trabalho na área da cultura negra em Minas Gerais e no Brasil.
José Mauro Brant (o cachorro):
Um “contador de histórias”; exímio, criativo e inovador. O carioca José Mauro Brant além de ator é dono de uma voz perfeitamente afinada. Em palco, é um contador de contos, cantigas e lendas brasileiras, e com seus atributos já mencionados encanta a todos que vão assisti-lo. José Mauro Brant já pode ser considerado parte da história do teatro nacional. Ao longo de seus quinze anos de carreira trabalhou como ator com nomes como Ítalo Rossi, Bia Lessa, Flávio Marinho, Werner Herzog, Gerald Thomas e muitos outros. Por todo o seu trabalho, o artista foi recompensado com duas indicações no Prêmio Coca-Cola 1998, ganhou o Troféu Mabembe do Ministério da Cultura 1997. Em 2003, José Mauro Brant foi premiado com o Prêmio Tim da Música Contos, Cantos e Acalantos na categoria cd infantil. Esta obra está sendo relançada pela Biscoito Fino em 2006.
MÚSICAS
01. Bicharia
02. O Jumento
03. Um Dia de Cão
04. A Galinha
05. História de uma Gata
06. A Cidade Ideal
07. Minha Canção
08. A Pousada Do Bom Barão
09. A Batalha (instrumental)
10. Todos Juntos
11. Esconde Esconde
12. Todos Juntos (reprise)
13. Bicharia (reprise)
FICHA TÉCNICA
Elenco: Alessandra Verney, Bianca Byington, José Mauro Brant e Mauricio Tizumba
Autoria: Luiz Enríquez e Sérgio Bardotti
Tradução e Adaptação: Chico Buarque
Direção: Cacá Mourthé
Direção Musical: Alexandre Elias
Coreografias: Sueli Guerra
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Kika Lopes
Cenários: Sérgio Marimba
Preparação Vocal: Agnes Moço
Coreografias: Sueli Guerra
Produção: SARAU Agência de Cultura Brasileira
Preparação Vocal: Cacala Carvalho
Direção de Produção :Andréa Alves e Cláudia Marques
Co-Produção: Fábrica de Eventos
Realização : Sarau Agencia de Cultura
Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti |  |  |  | | | | Veja
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