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Um Rio de Contas e Tradições
rioecultura : EXPO Um Rio de Contas e Tradições : Sala do Artista Popular - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)
ABERTURA:
11 de dezembro de 2008
ENCERRAMENTO:
18 de janeiro de 2009
LOCAL:
Sala do Artista Popular - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)
Rua do Catete, 179 e 181
Catete
(21) 2285-2545
FUNCIONAMENTO:
de 3ª a 6ª feira, das 11h às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 15h às 18h
INGRESSO:
Entrada Franca
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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A exposição "Um Rio de Contas e tradições", reunindo peças produzidas por artesãos da cidade de Rio de Contas, localizada na Chapada Diamantina, conhecido pólo ecoturístico da Bahia.

Objetos em madeira e metal, crivo rústico, renda de parede, couro e de festas populares mostram a diversidade do artesanato baiano e um pouco do vasto universo de tipologias artesanais riocontenses e revelam saberes e fazeres que carregam marcas da identidade de um povo que moldou sua história em torno do gosto pela arte.

A exposição é resultado do projeto Artesanato tradicional de Rio de Contas, desenvolvido pelo CNFCP e a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro, com o apoio das Secretarias de Cultura e do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das atividades artesanais encontradas em Rio de Contas. O projeto tem o patrocínio do Programa Monumenta do Iphan.


UM POUCO SOBRE A CIDADE

Rio de Contas é uma das cidades que integram a região da Chapada Diamantina, conhecido pólo ecoturístico da Bahia. Localizando-se a aproximadamente 670 km de Salvador, a localidade reúne um cenário particular por dispor uma exuberante natureza formada de altas montanhas, rios e cachoeiras de águas translúcidas ao lado de um patrimônio cultural rico e diversificado, fruto das trocas simbólicas de seus agentes sociais e do contexto histórico-econômico em que se deu a sua formação.

Um dos expoentes dessa herança cultural é o preservado conjunto arquitetônico, resultante da exploração aurífera que nos séculos XVIII e XIX conferiu aos moradores dias de fausto e riqueza. Um dos principais pontos do extinto Caminho Real, Rio de Contas alcançou o posto de segunda cidade mais importante da Bahia tamanho era seu prestígio político e econômico.

Contudo, essa boa fase foi interrompida por sucessivos fatores: a escassez do ouro seguida da descoberta de minas de diamante em Lençóis e Mucugê empurraram a cidade para uma profunda estagnação econômica da qual nunca mais conseguiria sair. A decadência concreta, porém, veio à tona com o advento de novos meios de transporte e abertura de novas estradas. Desde então Rio de Contas sobrevive basicamente às custas das atividades agropastoris e da venda de seus renomados produtos artesanais.


Artesanato de festas populares, com destaque para máscaras e bonecos carnavalescos

Rio de Contas, ao passo que foi se expandindo, ganhou merecido destaque por suas produções artesanais. Lá eram produzidos correntemente peças de metal e cerâmica, artigos em couro produtos à base de algodão e derivados da cana-de-açúcar como cachaça, açúcar e rapadura. Entretanto, as especialidades que gozavam de fama eram os equipamentos de montaria, os artigos de natureza utilitária e doméstica, a pirotecnia e a ourivesaria. Na tradição oral até hoje se escuta falar que a população acordava com o retinir das bigornas e forjas dos seus inúmeros ferreiros, carpinteiros, sapateiros e latoeiros.

Tanta diversidade de gêneros deu a Rio de Contas o título de Pólo Artesanal do Sertão, uma vez que de lá saíam os produtos que abasteciam toda a região. Nos tempos do escasseamento do ouro e da maciça saída de trabalhadores rumo às minas de diamante recém-descobertas nas cidades vizinhas, o fabrico dessas artesanias foi intensificado na tentativa de conter a decadência econômica.

Com o tempo, deram-se mudanças nas necessidades do mercado consumidor. Muitos ofícios foram caindo em desuso até a sua completa extinção. Contudo, outros modos de fazer parecem ainda sobreviver mais em virtude da paixão pela arte do que como forma de sustento propriamente dito ao passo que outros foram se adequando e mesmo surgindo frente aos novos tempos anunciados pela atividade turística.
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oi folclore tu b em
  Postado por: beatriz


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