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Roberto Burle Marx 100 Anos - A Permanência do Instável
rioecultura : EXPO Roberto Burle Marx 100 Anos - A Permanência do Instável : Paço Imperial
ABERTURA:
11 de dezembro de 2008
ENCERRAMENTO:
19 de abril de 2009
LOCAL:
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48
Centro
(21) 2533-4491
FUNCIONAMENTO:
De 3ª feira a domingo, das 12h às 18h
INGRESSO:
Entrada franca
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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A homenagem ao autor do mosaico de pedras portuguesas de Copacabana, representativo do Rio de Janeiro e do Brasil no exterior, chega depois de dois anos de pesquisa e tem o objetivo de mostrar um paisagista até então desconhecido do grande público. Explica-se: Burle Marx também assina uma extensa produção de pinturas, cenários, figurinos, desenhos, guaches, litogravuras, tapeçarias, panôs, painéis de cerâmica e jóias.

O lado multifacético do paisagista será lembrado a partir do gancho da ludicidade, característica presente em todos os trabalhos do artista. Para representar a alma do autor do desenho do Aterro do Flamengo e dos jardins do Palácio Gustavo Capanema, sede do MEC, o acervo reúne obras do sítio e escritório de Burle Marx, do Jardim Botânico, Museu de Belas Artes e mesmo particulares.

– É uma lástima que o pintor não seja tão conhecido quanto o paisagista – aponta Lauro Cavalcanti, arquiteto e curador da exposição, enfatizando que o tempo dedicado à pesquisa foi fundamental para a o caráter abrangente do acervo. – Boa parte do material nunca foi visto pelo público. E as obras dele são muito lúdicas, de muito prazer.

A exposição, que já começa no pátio central do Paço com a realização do projeto de Burle Marx para o pátio interno do Museu de Belas Artes, é apresentada em ordem cronologicamente inversa. A idéia, segundo Cavalcanti, é fazer com que as obras dialoguem entre si a partir da expressividade de cada período.

– O projeto não é mostrar as obras de Burle Marx, e sim o próprio Burle Marx – avalia.

Na sala de música do Paço, onde estão os 15 panôs criados por Burle Marx, o ambiente será regido por Schubert, Mahler, Brahms e Beethoven, compositores da predileção do próprio artista. E no último ambiente da exposição estão recriados elementos do escritório do paisagista, como uma estante que dispõe os estudos de Burle Marx.

– O Paço voltou a ser palácio – brinca Cavalcanti. – É a primeira vez que o Paço faz exposições na sala de música, e as janelas estão todas abertas para facilitar a integração com a instalação do Pátio Central.

Para Lucia Basto, gerente-geral da Fundação Roberto Marinho e realizadora da exposição, a integração proposta tem como referente a própria sinergia de elementos usada por Burle Marx.

– O Rio é considerado como Cidade Maravilhosa em grande parte por causa da integração da ação do homem com a paisagem natural. E os projetos de Burle Marx são todos assim, equilibrados.



Acervo

O acervo é composto de 80 pinturas; 120 papéis, entre cenários, figurinos, desenhos, guaches e litogravuras, comoa capa do livreto do Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde e as vestimentas do Ballet de Petrouchka; 3 tapeçarias; 10 pranchas de madeira pintadas com tinta automotiva, sendo estas representativas da maneira com a qual o paisagista apresentava seus projetos; 15 panôs; 4 gravuras em metal; 7 painéis de cerâmica e 12 jóias, dentre as quais se destacam as 5 formas de murano feitas já no fim da vida do artista paulista.

Uma das peças mais interessantes da exposição é a maior tapeçaria produzida pelo paisagista [medindo 26m de comprimento x 3 de altura], que foi emprestada pela Prefeitura de Santo André - SP. A tapeçaria, produzida na década de 60, passou por completa restauração em 2007. A recuperação foi financiada pelo Ministério da Cultura (R$ 106.734,47) com contrapartida da prefeitura de Santo André (R$ 86.415,19).

Depois do Rio de Janeiro, a exposição está confirmada para Houston, em março de 2010 e para o Museu de Arte Moderna de São Francisco, onde chegará em maio do mesmo ano. Não existem, no entanto, previsões para território nacional, embora negociações estejam sendo feitas para São Paulo, cidade natal de Burle Marx, Recife e Brasília.

Jornal Nacional - exibição: 11.12.08
Tempo do vídeo: 02:15
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