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Abraham Palatnik
rioecultura : EXPO Abraham Palatnik : Anita Schwartz Galeria de Arte
ABERTURA:
27 de maio de 2009
ENCERRAMENTO:
27 de junho de 2009
LOCAL:
Anita Schwartz Galeria de Arte
Rua José Roberto Macedo Soares, 30
Gávea
(21) 2274-3873
FUNCIONAMENTO:
De 2ª a 6ª feira, das 10h às 20h
Sábado, das 11h ás 17h
INGRESSO:
Entrada franca
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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Anita Schwartz Galeria festeja um ano de atividades em seu espaço na Gávea com uma mostra individual de Abraham Palatnik, reconhecido internacionalmente como um dos pioneiros da arte cinética. A exposição, que tem curadoria de Guilherme Bueno, apresenta 19 trabalhos recentes e inéditos, 11 pinturas da série “Progressões”, e oito feitos especialmente para a galeria. Destes, Palatnik mostra três “pirâmides”, de 58 cm de altura, pesquisa iniciada este ano por ele, dois cinéticos também de 2009, em que resgata projetos de 1967, e três serigrafias criadas a partir da série “Permutáveis”.

Palatnik utiliza tinta acrílica em todos os trabalhos. Na série “Progressões”, ele pinta telas e as corta em tiras finas, utilizando laser, recolocando-as em uma seqüência que provoca imagens em movimento. A série “Pirâmides” é uma nova vertente do artista, que além de dar continuidade a sua pesquisa de cores, explora uma nova forma, uma espécie de prisma pictórico. Ele mostra ainda dois de seus famosos cinéticos, criados pelo artista a partir de projetos de 1967. Palatnik criou três serigrafias a partir da série “Permutáveis”, em que blocos sinuosos de madeira se encaixavam em uma superfície plana, que ele expôs no Museu Chácara do Céu, em 2006.



“Podemos ver as relações internas entre uns e outros que perfazem sua obra. Tentaremos na montagem apresentar este diálogo existente entre seus trabalhos, independente do suporte. Creio que o valor da cor e suas maneiras de serem ‘concretizadas’ é uma das chaves”, explica o curador Guilherme Bueno.

“É sempre estimulante poder trabalhar com um artista que você admira e faz parte do seu universo de referências. Todos conhecem a importância histórica do Palatnik e seu pioneirismo. O que particularmente me chama atenção é ele manter um trabalho tanto coerente como receptivo a diferentes manifestações e linguagens. Penso na simultânea investida nos cinéticos e nas pinturas e agora neste novo objeto que ele fez, que, a meu ver, conjuga elementos de suas pesquisas”, diz o curador Guilherme Bueno.



SOBRE O ARTISTA

Abraham Palatnik nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, em 1928, oriundo de uma família de judeus-russos. Muda-se ainda criança para Tel-Aviv, Israel, onde ingressa na Escola Técnica Montefiori. Entre 1943 e 1947, dedica-se aos estudos de pintura, desenho, história da arte e estética, no Instituto Municipal de Arte de Tel-Aviv. De volta ao Brasil, em 1950, usando seus conhecimentos de mecânica e física, desenvolve seus dois primeiros "aparelhos cinecromáticos", que projetam cores e formas que se movimentam acionadas por motores elétricos. Um ano mais tarde, cria polêmica ao participar da I Bienal de São Paulo com esses trabalhos. Por não se enquadrar em nenhuma das categorias da premiação, terminou por ganhar uma menção honrosa depois de muita discussão do júri.

A partir de 1964, desenvolve os "objetos cinéticos", como um desdobramento dos "cinecromáticos". Começa a trabalhar também na realização dos seus "relevos progressivos" em superfícies bidimensionais, trabalhando com a noção de cinetismo virtual e utilizando-se do recurso de composição serial de lâminas de madeira. O rigor matemático é uma constante em sua obra, atuando como importante recurso de ordenação do espaço. Com o decorrer dos anos, o artista passa a empregar sucessivamente três novos materiais: nos anos 70, a resina de poliéster, nos anos 80, cordas sobre telas, nos anos 90 um composto de gesso e cola.

Depois disso, realiza trabalhos em papel-cartão e pinturas com cordas utilizando pela primeira vez linhas diagonais e cores mais vibrantes como o laranja.

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