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Maureen Bisilliat: fotografias
rioecultura : EXPO Maureen Bisilliat: fotografias : Instituto Moreira Salles (IMS)
ABERTURA:
7 de outubro de 2009
ENCERRAMENTO:
17 de janeiro de 2010
LOCAL:
Instituto Moreira Salles (IMS)
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea
(21) 3284-7400
FUNCIONAMENTO:
De 3ª feira a domingo, das 13h às 20h
INGRESSO:
Entrada e estacionamento gratuitos
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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A mostra reúne mais de 200 imagens editadas e selecionadas pela própria fotógrafa com a colaboração dos curadores do IMS.

Seus ensaios fotográficos mais conhecidos sobre o universo de Guimarães Rosa, sobre os índios do Xingu - realizado em estreita colaboração com os irmãos Villas-Boas -, os sertões de Euclides, as caranguejeiras - equivalência fotográfica do poema de João Cabral de Melo Neto -, bem como outros temas igualmente significativos, porém menos difundidos, como os ensaios “Cortejo luminoso”, “Boi-bumbá”, “Pele Preta” e “Romeiros” e suas viagens ao altiplano boliviano, à China e ao Japão são apresentados na mostra em fortes sequências visuais de médio e grande formato que sintetizam a visão da autora sobre estes universos.



A exposição busca realizar uma leitura simultânea entre a produção fotográfica e a produção editorial de Maureen Bisilliat ao longo de sua carreira, revelando tanto a fotógrafa como a editora de imagens e textos reunidos nas diversas publicações e livros que produziu, também expostos no IMS.

Na mesma data, será lançada uma publicação homônima à exposição, que reconstrói a trajetória de Maureen ao longo de 50 anos de profunda atividade criativa. O livro, editado pela própria fotógrafa, reúne 12 ensaios fotográficos, dispostos de forma delicada e subjetiva. As imagens são combinadas a textos variados, resultando em parcerias artísticas formadas entre Maureen e João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Jorge Amado, Euclides da Cunha, entre outros. Mas este livro é mais do que um livro de fotografia. É também uma biografia de Maureen – cuja vida foi reconstruída pela escritora e jornalista Marta Góes –, uma antologia visual das paisagens, pessoas e objetos que a marcaram ao longo da vida, uma reunião das melhores críticas já escritas sobre seu trabalho, uma bibliografia comentada pela autora, um fonte de referências inestimáveis sobre suas publicações, exposições, vídeos e filmes.

LIVRO Maureen Bisilliat – Fotografias
304 pgs
ISBN: 978-85-86707-45-2
23 x 30 cm

Sobre Maureen Bisillliat

Sheila Maureen Bisilliat nasceu em Englefieldgreen, Surrey, Inglaterra, em 1931. Estudou pintura com André Lhote em Paris (1955) e no Art Students League em Nova York (1957) antes de se fixar definitivamente no Brasil em 1957, na cidade de São Paulo. Trabalhou para a Editora Abril entre 1964 e 1972, fotografando para várias publicações, entre elas a revista Realidade.

É autora de livros de fotografia inspirados em obras de grandes escritores brasileiros, como, por exemplo, A João Guimarães Rosa, em 1966; Sertões – Luz e trevas, de 1983, baseado no clássico de Euclides da Cunha (1866-1909); O cão sem plumas, de 1984, referenciado no poema de mesmo título de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), e Bahia amada amado, de 1996, com seleção de textos de Jorge Amado (1912-2001).

Em 1985, expõe em sala especial na 18ª Bienal Internacional de São Paulo um ensaio fotográfico inspirado no livro O turista aprendiz, de Mário de Andrade (1893-1945). Produziu ainda Xingu – Território tribal (1979) e Terras do rio São Francisco (1985). A partir da década de 1980, dedica-se ao trabalho em vídeo, com destaque para Xingu/terra, documentário de longa-metragem rodado com Lúcio Kodato na aldeia mehinaku, no Alto Xingu.

Recebeu bolsa da John Simon Guggenheim Foundation, Estados Unidos (1970), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (1981/1987), da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (1984/1987) e da Japan Foundation (1987). Formou o acervo de arte popular do Pavilhão da Criatividade do Memorial da América Latina, São Paulo, o qual dirige desde 1988. Recebeu o prêmio de Melhor Fotógrafo da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo (1987).

Em dezembro de 2003, sua obra fotográfica completa, composta por cerca de 16.000 imagens, entre fotografias, negativos preto e branco e cromos coloridos, nos formatos 35 mm e 6 x 6 cm, foi incorporada ao acervo fotográfico do Instituto Moreira Salles.
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