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Impressões dos Borges: a xilogravura de Bezerros
rioecultura : EXPO Impressões dos Borges: a xilogravura de Bezerros : Sala do Artista Popular - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)
ABERTURA:
5 de novembro de 2009
ENCERRAMENTO:
6 de dezembro de 2009
LOCAL:
Sala do Artista Popular - Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)
Rua do Catete, 179 e 181
Catete
(21) 2285-2545
FUNCIONAMENTO:
de 3ª a 6ª feira, das 11h às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 15h às 18h
INGRESSO:
Entrada Franca
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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Bezerros é conhecida nacional e internacionalmente por sua xilogravura, principalmente a produzida pela família Borges. Dentre os principais xilógrafos da cidade, J. Borges se destaca. “Como autodidata”, começou a fazer xilogravuras para ilustrar seus cordéis, mas elas caíram no gosto de outros cordelistas, que passaram a encomendar-lhe trabalhos, fazendo com que seu nome ganhasse notoriedade entre seus pares e visibilidade nos meios acadêmicos pernambucanos, que voltavam sua atenção para o que era considerado “cultura popular”. J. Borges tornou-se, então, mestre no ofício.



A partir da década de 1970, a xilogravura de Bezerros conquistou amplo reconhecimento sociocultural, atraindo a atenção de intelectuais como Ariano Suassuna e o folclorista Bráulio Nascimento, que estreitaram laços com J. Borges, sendo responsáveis, entre outros, pela projeção nacional de seu nome e de sua arte.

Nos últimos 30 anos, J. Borges fez diversas exposições nacionais e internacionais, recebeu homenagens públicas, foi objeto de pesquisas acadêmicas, ganhou várias premiações artísticas. Por conta de sua relevância cultural, ganhou recentemente o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, concedido pelo governo do estado.



O xilógrafo iniciou alguns de seus filhos na aprendizagem de suas técnicas de gravação. Um deles é José Miguel da Silva, conhecido artisticamente como J. Miguel, que, em criança, gostava de observar o pai trabalhando com madeira. Aos 10 anos começou a desenhar e cortou suas primeiras matrizes em tacos de umburana. Seus trabalhos foram expostos em cidades do Brasil e nos Estados Unidos.

Manassés José Borges é outro filho de J. Borges que se dedica à feitura de xilogravuras. Assim como a de seus familiares, a produção de Manassés é diversificada. Além do papel, vários tipos de produtos têm suas xilogravuras: caixinhas de madeira, camisas, bolsas, azulejos, etc. Ivan Marquete Borges também seguiu os passos do pai, assim como Joel Borges, primo de J. Borges, e o irmão do mestre, Amaro Francisco, já falecido, cuja esposa, Graciete Correia Borges, e dois de seus filhos dão continuidade ao seu trabalho. Nena Borges, como é conhecida artisticamente, é, provavelmente, a primeira mulher brasileira a fazer xilogravuras. No fazer dos mais novos, pode-se observar o respeito pelo legado familiar.



Imaginações, observações cotidianas e experiências de vida inspiram os riscos feitos pelos artistas, que iniciam seus processos de produção diante de uma folha de papel em branco. Invertida, a figura é transferida para o taco de umburana ou louro-canela, que é cortado com estilete, lixado e transformado em matriz. O carimbo é coberto então com tinta, e outra folha de papel em branco é colocada sobre ele. Por fim, um carrinho e, depois, uma colher de pau pressionam o material contra o taco. “Assim, ficam impressas as xilogravuras, que revelam costumes comuns, práticas consagradas como tradicionais e imaginários coletivos”, como diz o pesquisador Marcelo Mac Cord, autor do texto do catálogo da mostra.

A mostra ocorre no âmbito do Promoart, uma realização da Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec), por meio de convênio firmado com o Ministério da Cultura, que conta com a gestão conceitual e metodológica direta do CNFCP/Departamento de Patrimônio Imaterial/Iphan, e com a parceria institucional e apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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