EXPOSIÇÃO |  |
|
Abre Alas 6 |  |
| | Em 2005, quando completaram um ano à frente da galeria, na região do centro antigo, os sócios Ernesto Neto, Laura Lima e Marcio Botner já guardavam cerca de 200 portfólios de candidatos a expor no espaço. A partir desse farto material, o trio montou, às vésperas do Carnaval daquele ano, a primeira coletiva Abre Alas. Funcionou: com o título inspirado nos festejos de Momo, e novamente perto do período de folia, a mostra chega à sexta edição.
Orientada pela intenção de sugerir algo de desbravador na produção de criadores jovens, mas que já tenham alguma trajetória percorrida, a exposição ajudou a impulsionar a carreira de dezenas de nomes, a exemplo de Mariana Manhães, Gustavo Speridião e Gabriela Maciel.
Agora, estarão presentes dezenove artistas e grupos. Entre os escolhidos figuram o niteroiense Vijai Patchineelam, de origem indiana, e os cariocas Isabela Sá Roriz e Elvis Almeida, que comparece com novos exemplares em técnica mista de sua conhecida série Cemitério de Elefantes.
Na lista, desta vez selecionada por um trio de curadores – Beatriz Lemos, Felipe Scovino e Guga Ferraz –, entram também estrangeiros, a exemplo do chileno Nicolas Grum, do peruano Sergio Zevallos e dos portugueses Catarina Pereira e Gabriel Colaço. Ele trouxe de São Brás de Alportel, na região do Algarve, onde vive e trabalha, a instalação LG Station. |  |  |  |
|
Comente |
Ler comentários  |
 |
| | |
|
|
|
|
|
 |

 |
 |
Seja o primeiro a comentar! Escreva acima sua opinião.
|
|