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EXPOSIÇÃO
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Hall dos Arcazes - Galeria BankBoston
rioecultura : EXPO Hall dos Arcazes - Galeria BankBoston : Museu Histórico Nacional (MHN)
ABERTURA:
2002
ENCERRAMENTO:
Exposição de longa duração - sem data de término
LOCAL:
Museu Histórico Nacional (MHN)
Praça Marechal Âncora, s/n
Centro
(21) 2550-9221
FUNCIONAMENTO:
De 3ª a 6ª feira, das 10h às 17h
Sábado, domingo e feriado, das 14h às 18h
INGRESSO:
exposições permanentes do museu:
R$10 [inteira]
R$5 [meia] para estudantes e maiores de 60 anos

Entrada franca aos domingos e para menores de 5 anos, funcionários do IPHAN, alunos e professores das escolas públicas do governo, maiores de 65 anos, guias de turismo e estudantes de museologia.

Em caso de exposições temporárias, consultar o valor do ingresso por exposição.
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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Nesse espaço que leva o visitante do Pátio da Minerva ao Pátio dos Canhões , encontram-se importantes peças do acervo de arte sacra do Museu, entre as quais 33 esculturas religiosas em marfim que integram uma coleção de 572 itens de origem indo-portuguesa, uma das mais importantes do gênero existentes no mundo, e duas obras importantes de Mestre Valentim (1750-1813), esculpidas em madeira : "São João Evangelista" e "São Mateus".

Estas duas imagens guarneciam os nichos superiores da fachada da Igreja de Santa Cruz dos Militares, no centro da cidade do Rio de Janeiro, de onde foram retiradas , no início do século XX, já com grandes avarias.

Em janeiro de 2001, através da doação feita pelo Bank Boston, o Museu Histórico Nacional incorporou à sua coleção de arte sacra dez valiosas pinturas cusquenhas dos séculos XVII, XVIII e XIX, testemunhos da cultura peruana, que podem ser apreciadas pelo público no Hall dos Arcazes.

Estas pinturas, ao lado do acervo já existente no Museu -contribuem ignificativamente para uma melhor compreensão da arte sacra na América Latina. Oriundas do mesmo período das peças apresentadas na Galeria Bank Boston - Hall dos Arcazes, as pinturas cusquenhas somam-se à arte religiosa brasileira, oferecendo um olhar que encontra na diferença artística a semelhança da religiosidade colonizadora.

A ARTE CUZQUENHA

Com a conquista de Cuzco pelos espanhóis, em 1534, inicia-se uma profunda transformação na história política do Império Inca, como também um novo capítulo em sua história da arte.

A pintura cusquenha surge como arte eclesiástica e sua finalidade principal foi didática - sobretudo catequética, uma vez que os espanhóis, com o crescente processo de apropriação das riquezas da nova colônia, partem para a conversão das almas pagãs à religião católica.

A imagem era - aliada à palavra - o único meio bastante eficaz de transmitir o catolicismo. Apostando na evangelização dos povos da comunidade incaica, a Espanha envia um grupo de religiosos artistas para a criação de obras doutrinárias, formando escolas de pintores índios ou mestiços, com o ensino da arte do desenho e do óleo.

O termo "cusquenho", no entanto, não se limita a Cuzco, origem destas pinturas coloniais hispano-americanas, que foram produzidas igualmente em outros países andinos, como Bolívia e Equador, entre os séculos XVI a XVIII. A denominação se generalizou mais por ser a cidade de Cuzco, no Peru, a capital e o centro do Império Inca. De qualquer forma, a Escola de Cuzco é considerada como o primeiro centro pictórico organizado no chamado Novo Mundo.

Os temas cusquenhos - exclusivamente religiosos - são os mesmos do italiano Fra Angelico - na primeira metade do século XV e dos mestres de Pisa e Siena na Idade Média: cenas bíblicas da tradição católica - a glorificação de Jesus, Virgem Maria e Santos, Juízo Final, com as glórias do Paraíso e a danação do Inferno.

Os cusquenhos ignoram a perspectiva e preferem o vermelho, o amarelo e as cores terrosas. Dão ênfase à beleza física das figuras agigantando os santos para reduzir os seus devotos a pontos minúsculos nas telas. Criam a impressão de volume estatuário dos mantos suntuosos e dão contorno de monumento a cortinas e colunas.

Mesmo sofrendo influência das escolas bizantina, flamenga e renascentista italiana, os cusquenhos peruanos mostram uma liberdade desconhecida dos europeus: cores vivas, imagens distorcidas para dar maior dramaticidade à cena, sobre fundo ilustrado com fauna e flora dos Andes adornado com anjos e arcanjos.

Ignora-se a autoria da maioria destes trabalhos, dada a tradição dos povos pré-colombianos, cuja arte era essencialmente comunitária e ritual.
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