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A Sedução do Oriente: A arte asiática na coleção do MHN
rioecultura : EXPO A Sedução do Oriente: A arte asiática na coleção do MHN : Museu Histórico Nacional (MHN)
ABERTURA:
14 de novembro de 2008
ENCERRAMENTO:
1 de novembro de 2009
LOCAL:
Museu Histórico Nacional (MHN)
Praça Marechal Âncora, s/n
Centro
(21) 2550-9221
FUNCIONAMENTO:
De 3ª a 6ª feira, das 10h às 17h
Sábado, domingo e feriado, das 14h às 18h
INGRESSO:
exposições permanentes do museu:
R$10 [inteira]
R$5 [meia] para estudantes e maiores de 60 anos

Entrada franca aos domingos e para menores de 5 anos, funcionários do IPHAN, alunos e professores das escolas públicas do governo, maiores de 65 anos, guias de turismo e estudantes de museologia.

Em caso de exposições temporárias, consultar o valor do ingresso por exposição.
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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Com curadoria de Jorge Cordeiro, a exposição marca a realização de uma grande mostra anual com acervo da própria instituição e apoio da Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, visando dinamizar as coleções em reserva técnica e propiciar ao público a oportunidade de apreciar relevantes conjuntos de peças que servem de fonte de estudos e induzem à reflexão sobre a nossa história.

“A Sedução do Oriente: A arte asiática na coleção do Museu Histórico Nacional” reúne peças provenientes de diversas regiões – China, Japão, Coréia, Índia e até mesmo da antiga Pérsia (atual Irã) – que, de inegável valor estético e histórico, expressam o fascínio e a curiosidade que as civilizações do Oriente exercem sobre Brasil desde o período colonial.



A exposição está dividida em módulos temáticos, a saber: arte (esculturas, pinturas e gravuras); religião (esculturas religiosas, vasos e incensários de templos; indumentária e acessórios (trajes, jóias,leques, quimonos etc) ; numismática; armaria e objetos de interiores (serviços de mesa, peças decorativas).

Destaque para a coleção de indumentária e acessórios, inclusive jóias, entre os quais o traje formal de corte (chaofu) do Imperador da China, o par de sapatos em seda preta e branca, bordado a fios de ouro e prata, usado pelas damas chinesas de alta classe social, que tinham os pés deformados na infância, e exemplares do "Netsukê" em marfim , peças muito raras usadas para prender objetos ao cinto do quimono.

Interessantes, ainda, o originalíssimo serviço de mesa que pertenceu ao Barão de Massambará, Marcelino de Avelar e Almeida, composto de 154 peças, cada uma com decoração própria ligada a temas da vida em ambientes de jardins palacianos e o tabuleiro de xadrez em madeira laqueada que pertenceu ao Imperador D. Pedro I, cujas peças em marfim natural têm características européias, enquanto as pintadas de vermelhas, orientais.



A arte asiática, segundo o curador da exposição, o museólogo Jorge Cordeiro:
"Durante o período colonial, e até meados do século XX, foi grande o fascínio que as civilizações asiáticas exerceram no Brasil, refletindo uma tendência que já existia na Europa. A filosofia, as artes, as religiões, enfim, toda a vasta e milenar cultura oriental sempre foi motivo de curiosidade e de especulação, em que pesem as diferenças abissais entre o Ocidente moderno e o Oriente tradicional. Seja o gosto pelo inusitado e pelo surpreendente, que está na origem da curiosidade humana, seja pela inegável beleza das peças orientais, o fato é que a elite brasileira se mostrou verdadeiramente deslumbrada pela expressão oriental. E não só pelo que procedia diretamente daqueles países longínquos, mas também pelos artigos oriundos da Europa, e que se enquadravam na filiação artística denominada chinoiserie - interpretação ocidental dos estilos chineses trazidos pelos viajantes europeus. Se, por um lado, deu-se, a partir do século XIX, uma relativa ocidentalização do Oriente, com o ônus da invasão do consumo de massa, por outro, abriu-se para o Ocidente, um maior aprofundamento da compreensão do pensamento oriental. Acontecimento que influenciou tanto a conduta individual como a comunidade acadêmica a aprofundar-se nos estudos orientais. No Brasil contemporâneo, esta influência ainda é comprovadamente significativa, sobretudo nos campos da gastronomia, da arquitetura e das artes plásticas".

O sentido cultural desta Exposição é, portanto, significativo: ela une as gerações passadas, que colecionaram as peças aqui expostas, às gerações presentes e futuras, que as estudarão com mais profundidade e admiração, e, sobretudo, ela aproxima povos tão distantes, através da sensibilidade da Arte.

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