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ESPAÇOS DE CULTURA
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[Centro Cultural]
Casa Daros [Daros-Latinoamerica]

Endereço:
Ficava na Rua General Severiano 159
Botafogo - Rio de Janeiro / RJ
CEP 22290-040
Telefone:
xx.
website:
www.casadaros.net
Funcionamento:
Centro Cultural fechado
Ingresso:
Centro Cultural fechado
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- NENHUMA EXPOSIÇÃO EM CARTAZ


- NÃO HÁ AGENDA DE EVENTOS
UM POUCO DA HISTÓRIA
A Casa Daros foi um espaço de arte, educação e comunicação, que ocupou um casarão neoclássico do século XIX, preservado pelo Patrimônio da cidade do Rio de Janeiro. Projetado pelo arquiteto Francisco Joaquim Bethencourt da Silva (1831-1912), localizava-se num terreno de mais de 12 mil metros quadrados, em Botafogo, Rio de Janeiro.

A instituição cultural abriu ao público em março de 2013 e encerrou suas atividades em dezembro de 2015. Pertencia a Daros Latinamerica, uma das mais abrangentes coleções dedicadas à arte contemporânea latino-americana, com sede em Zurique, Suíça. Daros Latinamerica conta com cerca de 1.200 obras, entre pinturas, fotografias, vídeos, esculturas e instalações, de mais de 117 artistas, e segue em expansão.

O espaço apresentou exposições da Coleção Daros Latinamerica e teve forte foco em arte e educação – com diversas atividades para o público. Ofereceu, ainda, uma agenda de seminários e encontros com artistas no auditório, além de uma biblioteca especializada em arte latino-americana contemporânea, o Espaço de Documentação, o Espaço de Leitura com catálogos de exposições da coleção, restaurante/café e loja.



UM POUCO DE HISTÓRIA

Uma longa trajetória, de quase um século e meio, marca o prédio da Casa Daros. Este símbolo histórico acompanhou o crescimento da cidade, já abrigou meninas órfãs e virou escola.

Rua do Hospício Pedro II, número 7. Se estivéssemos no ano de 1866, este seria o nome da rua da Casa Daros. Hoje, a rua se chama General Severiano. Mas, os tempos eram outros e o alegórico endereço pertencia à recém inaugurada Fundação do Recolhimento das Órfãs, no majestoso edifício de estilo neoclássico. A instituição pertencia à Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, a mais antiga organização filantrópica e hospitalar da cidade.

O Recolhimento das Órfãs, como o nome já diz, tinha a função de abrigar meninas sem família, donzelas e desamparadas. As irmãs também concediam os dotes na hora dos casamentos e guiavam a fé das moças. Dessa forma, a Igreja praticava sua boa ação e aumentava o número de fiéis.

Assim que foi criado - no dia 15 de setembro de 1749, graças à generosa doação de 32 mil cruzados feita pelo português Romão de Matos Duarte – o Recolhimento ficava junto à Santa Casa. Ali já funcionavam um hospital, um cemitério, a Igreja e a Casa dos Expostos, que tinha a função de cuidar de crianças abandonadas. Todos administrados pela Irmandade da Nossa Senhora da Misericórdia, sob os preceitos cristãos e com patrocínio da coroa portuguesa.

A irmandade foi fundada em Portugal, em 1498, antes de qualquer desconfiança da existência de um lugar chamado Brasil. Por volta de 1582, desembarcou nestas terras. E foi pelas mãos do Padre José de Anchieta, um dos jesuítas mais importantes do Brasil, que criou a Santa Casa do Rio de Janeiro, no sopé do antigo Morro do Castelo (que não existe mais).

Foi a partir daquele morro que se deu o povoamento do Rio. A Santa Casa viu a cidade crescer e cresceu junto. Com o inchamento urbano, suas instituições precisavam de mais espaço e novos endereços. E o Recolhimento das Órfãs, depois de certa peregrinação, acabou se instalando na Rua General Severiano, 159 ou como era chamada: Rua do Hospício Pedro II, onde, não por acaso, ficava o tal hospício.

O edifício era amplo, tinha um pátio interno, onde as moças podiam ventilar seus corpos, e muitos quartos. Ele foi projetado pelo renomado arquiteto Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, discípulo do Grandjean de Montigny e autor de importantes símbolos da cidade, como o Real Gabinete Português de Leitura e a Igreja Matriz de São João Batista da Lagoa, que fica na Rua Voluntários da Pátria.

O Recolhimento era tão importante que em 1868, dois anos após sua inauguração, Dom Pedro II mandou cunhar uma medalha comemorativa com o retrato de sua esposa, a Imperatriz Teresa Cristina. Coincidência ou não, a imperatriz tinha o mesmo nome da protetora da instituição e era considerada extremamente bondosa, ganhando o título de “mãe dos brasileiros”.

Com o passar do tempo, o conceito de caridade foi se transformando e o Recolhimento das Órfãs ganhou o nome de Educandário Santa Teresa. As ‘asiladas’ passaram a ser ‘alunas’. E, de fato, nas últimas décadas do século XX até o ano de 2005, quem passou a utilizar o prédio foi o Colégio Anglo-Americano.


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