locais culturais
Solar Grandjean de Montigny - PUC
rioecultura : Solar Grandjean de Montigny - PUC
Compartilhar
Solar Grandjean de Montigny - PUC
Classificação: Centro Cultural
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 225
Gávea - Rio de Janeiro / RJ
CEP 22453-900
Telefone: (21) 3527-1434.
website: www.puc-rio.br
Funcionamento:
De 2ª a 6ª feira, das 10h às 17h
Ingresso: Entrada franca
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações antes de sair.
CONHEÇA MAIS

Na Gávea, em meio às árvores seculares do campus da PUC-Rio, vislumbra-se o Solar Grandjean de Montigny, exemplo da arquitetura neoclássica adaptado ao clima tropical do Brasil.

Arquiteto e tratadista de sólida formação neoclássica, Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny (1776 -1850) chegou ao Brasil em março de 1816, como integrante da Missão Artística Francesa – grupo de artistas, arquitetos e técnicos franceses com o objetivo de implantar e consolidar o ensino das Belas Artes no Rio de Janeiro.

Grandjean de Montigny exerceu uma influência marcante na história da arquitetura brasileira, como arquiteto e como professor da Academia Imperial de Belas Artes, Realizou inúmeros projetos de prédios públicos e particulares, além de projetos de reurbanização do centro da cidade.

Atualmente, encontram-se preservados o prédio da Casa França-Brasil (antiga Alfândega) no centro do Rio; a sua residência – Solar Grandjean de Montigny - na Gávea e o pórtico da antiga Academia Imperial de Belas Artes, transportado e instalado numa das aléias principais do Jardim Botânico.

Da sua residência, não se conhece o projeto original. Construída possivelmente em 1822, passou por vários proprietários, tendo sido tombada em 1938 como monumento histórico, arquitetônico e artístico nacional. Em 1951, a Pontifícia Universidade Católica adquiriu a propriedade que incluía o Solar e em 1959 a casa foi restaurada pela primeira vez pela Universidade e pelo IPHAN. Restituiu-se sua forma original tendo como base um desenho de Debret, quando foi reintegrada a colunata contínua das varandas superior e inferior; a grade da varanda superior; o terraço acima da escada de entrada de onde foi retirado o muro de tijolinhos em nicho de andorinha, além da recuperação de elementos não originais externos e internos. A casa é considerada como um dos mais importantes exemplos da transposição e da adaptação de um modelo europeu em terras tropicais no séc. XIX. Seu entorno, igualmente tombado pelo IPHAN caracteriza-se, sobretudo por uma vegetação pujante que emoldura a moradia.


- NENHUMA EXPOSIÇÃO EM CARTAZ

- NÃO HÁ AGENDA DE EVENTOS

EXPOSIÇÃO EM MEMÓRIA
[o que passou por aqui e não está mais em cartaz]
Viventes [fotos de Marian Starosta]
Contornos urbanos no traço de Marcelo Gemmal - o Centro do Rio nos seus 450 anos
O indivíduo coletivo – à luz do afeto
Rouge Brésil
Aquarela e óleo, simplesmente