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Museu Marítimo do Brasil integrará o circuito cultural da orla portuária do Rio de Janeiro
Museu Marítimo do Brasil integrará o circuito cultural da orla portuária do Rio de Janeiro
Postado na data de 05.04.2017
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Museu Marítimo do Brasil integrará o circuito cultural da orla portuária do Rio de Janeiro

rioecultura Materia Museu Marítimo do Brasil Foto 1

No dia 5 de abril, às 11h, o almirante José Carlos Mathias, diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, os arquitetos Bernardo e Paulo Jacobsen, e a museóloga Margareth de Moraes apresentaram o Museu Marítimo do Brasil, a ser construído no atual Espaço Cultural da Marinha, que será inteiramente revitalizado para se adequar aos novos usos. O novo Museu se integrará ao patrimônio histórico, natural e urbano de seu entorno, onde estão a Ilha Fiscal, a Igreja da Candelária, a Casa França-Brasil, o CCBB, o Museu Naval, o Museu Histórico Nacional, o Museu de Arte do Rio e o Museu do Amanhã.

Com finalidade mais abrangente do que museus navais – de conteúdo militar – ou museus oceanográficos – que se atêm à vida biológica de oceanos e áreas costeiras – o Museu Marítimo tratará do vasto universo ligado ao mar, com foco no território brasileiro. “A navegação, as pesquisas científicas, as variadas manifestações místicas e religiosas, a presença humana, portos, faróis, a indústria da pesca, a indústria naval, tudo o que for relativo ao mar e aos rios brasileiros será objeto de interesse de exposições no Museu Marítimo”, afirma o diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, órgão que está à frente do desenvolvimento da nova instituição.

O Museu Marítimo do Brasil se agrega à reurbanização da área portuária do Rio de Janeiro, que devolveu à cidade sua vocação de estar voltada para o mar, elo de ligação com o resto do país e com o mundo.

SUSTENTABILIDADE E ACESSIBILIDADE

rioecultura Materia Museu Marítimo do Brasil Foto 1

Obedecendo a critérios de sustentabilidade e acessibilidade, as duas construções que constituirão o Museu Marítimo do Brasil – uma no continente e a outra no píer da Baía de Guanabara – serão harmônicas, e se elevarão suavemente do chão, sem interferir na paisagem, em rampas que darão acesso às áreas internas, eliminando assim o uso de elevadores, e servirão ainda como excepcionais mirantes, de onde também podem ser vistos o Pão de Açúcar e o Corcovado. O revestimento de aço cortén, material leve e de fácil manutenção, será alternado por áreas envidraçadas que permitirão generosas entradas de luz natural. O conjunto foi pensado para levar o público a experimentar uma sensação de estar a bordo, tanto no convés como no interior de um navio. A área, total será de 6.516 metros quadrados, e apenas doze metros de altura em seu ponto máximo.

O Museu Marítimo terá espaços destinados a exposições temporárias, a partir de intercâmbio com instituições parceiras no país e no exterior, espaços interativos e de multimídia, e uma exposição de longa duração, com acervo da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, que possui raridades que vão desde embarcações originais – como a Galeota de D. João VI – ou réplicas, instrumentos náuticos, cartografia, arqueologia submarina, documentos e livros raros, e objetos variados.

Haverá áreas de convivência, auditório, cafeteria e restaurante, e as amplas rampas-mirantes, que serão de livre acesso ao público para a deslumbrante paisagem.

rioecultura Materia Museu Marítimo do Brasil Foto 1

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PAÍS QUE NASCEU DO MAR

O Almirante José Carlos Mathias destaca que o Brasil “é um país que nasceu do mar, se consolidou através do mar, e hoje continua fazendo suas transações econômicas através do mar, mas não dá ao mar a devida importância”. “Há exemplos fantásticos de museus marítimos no mundo. Precisamos criar em nosso país uma mentalidade marítima, uma consciência marítima, para que se dê conta de sua presença em nossa vida”, afirma o diretor do Patrimônio Histórico da Marinha. Ele acrescenta que o território marítimo brasileiro, com seus 8.500 quilômetros de litoral, e perto de 4,5 milhões de quilômetros quadrados – a chamada Amazônia Azul – além das bacias hidrográficas, trazem uma imensa gama de assuntos a serem trabalhados para todos os públicos.

A ideia da criação de um Museu Marítimo é antiga, e foi impulsionada pela necessidade de oferecer ao público uma instituição condizente com a reurbanização da região portuária e com a enorme visitação recebida pelo Espaço Cultural da Marinha – para seus navios-museus ou passeios à Ilha Fiscal e pela Baía de Guanabara. Durante a Olimpíada, o público visitante atingiu 97 mil pessoas, e desde então a média mensal é de 16 mil pessoas. A área expositiva do Espaço Cultural da Marinha foi fechada ao público há três anos, com o início das obras da derrubada da Perimetral, e agora aguarda o projeto de revitalização com a criação do Museu Marítimo.

rioecultura Materia Museu Marítimo do Brasil Foto 1

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DIRETORIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E DOCUMENTAÇÃO DA MARINHA

A Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) tem sede no Rio de Janeiro, e é responsável por promover estudos e pesquisas, consolidar e publicar documentação sobre assuntos relativos à cultura marítima, além de propor normas relativas às atividades histórico-culturais da Marinha, entre outros atributos. Estão sob sua administração a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, a editora Serviço de Documentação da Marinha, e os museus Naval, Ilha Fiscal, Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru, Laurindo Pitta, Riachuelo e o helicóptero Sea King.

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ESPAÇO CULTURAL DA MARINHA

Construído em 1996, sobre o píer que pertenceu à Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, que o utilizava para seus guindastes hidráulicos e manejo de carga, o Espaço Cultural da Marinha está localizado no coração do Boulevard Olímpico, na Praça XV, Rio de Janeiro. Fechou ao público em fevereiro de 2014, devido à demolição da Perimetral, voltando a operar na Olimpíada os passeios à Ilha Fiscal e à Baía de Guanabara, e as visitas aos navios-museus, recebendo 97 mil visitantes no período. Desde então, a média mensal de visitas é de 16 mil pessoas.

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