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Neoconcretismo - 50 Anos
rioecultura : EXPO Neoconcretismo - 50 Anos : Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
ABERTURA:
16 de abril de 2009
ENCERRAMENTO:
7 de junho de 2009
LOCAL:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
Av. Infante Dom Henrique, 85
Aterro do Flamengo
(21) 2240 4944
FUNCIONAMENTO:
De 3ª a 6ª feira, das 12h às 18h
Sábado, domingo e feriados, das 12h às 19h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.
INGRESSO:
R$14 [inteira]
R$7 [meia]
Entrada gratuita [Amigos do MAM e crianças até 12 anos]
Todas as quartas-feiras a partir das 15h: entrada gratuita
Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$14
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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No contexto da comemoração dos 50 anos da 1ª Exposição Neoconcreta, inaugurada no MAM em 19 de março de 1959, o Museu de Arte Moderna preparou com curadoria de Reynaldo Roels Jr. uma mostra que narra a trajetória do movimento neoconcreto desde o cisma com o Movimento Concretista paulista até a dissolução do grupo em 1962.

Estarão presentes algumas obras produzidas antes do Manifesto Neoconcreto publicado no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil escrito por Ferreira Gullar, algumas obras que foram frutos das adesões de novos artistas ao grupo e alguns trabalhos que expressam as formas mais radicais de expressão neoconcreta antes do fim do projeto coletivo. Obras importantes como alguns exemplares da série Bicho de Lygia Clark e alguns Metaesquemas de Hélio Oiticica estarão na mostra.

A exposição, que também contará com obras de Amilcar de Castro, Lygia Pape, Wyllis de Castro, Aluísio Carvão, Franz Weissmann, Hércules Barsotti e Décio Vieira e poemas de Ferreira Gullar, Reynaldo Jardim e Roberto Pontual, abrirá ao público dia 17 de abril de 2009 ocupando o segundo andar do MAM.



O Neoconcretismo

O movimento nasceu no Rio de Janeiro no final da década de 50 como reação ao Concretismo tradicional. Foi liderado, entre outros, pelo poeta Ferreira Gullar e o jornalista Reynaldo Jardim (ambos no Rio de Janeiro) e Theon Spanudis, de São Paulo. A fim de dar forma ao movimento, eles se juntaram a Amílcar de Castro, Lygia Clark, Ligia Pape e Franz Wessimann na primeira exposição de arte neoconcreta no MAM do Rio de Janeiro.

Na mesma época, em março, o “Suplemento Dominical do Jornal do Brasil”, editado por Reynaldo Jardim, dava voz ao grupo e seu manifesto registrando que “a expressão neoconcreto indica uma tomada de posição em face da arte não figurativa....”. O curador da exposição, Reynaldo Roels Jr assinala que no manifesto “são criticadas as teses mecanicistas e reducionistas do concretismo ortodoxo, e é defendida ali uma posição em tudo próxima ao humanismo tradicional: a irredutibilidade da experiência estética à mera fisiologia do olhar (psicologia da Gestalt), a atividade do artista como uma prática intuitiva, a rejeição de todo e qualquer receituário normativo para a criação da obra, e a inclusão do espectador como agente ativo na constituição da experiência artística.”

O curador acrescenta que “na impossibilidade de remontar ao menos a primeira exposição neoconcreta, a mostra dos cinqüenta anos do neoconcretismo pretende: apresentar as manifestações do grupo desde a primeira mostra em 1959 no MAM, com o manifesto de Ferreira Gullar – aí também incluídas outros meios (dança – o balé neoconcreto de Lygia Pape, poesia e, se possível, música) e as as adesões e exposições imediatamente subseqüentes (Salvador, II exposição no MEC e São Paulo, no pavilhão da Bienal); as formas sempre mais radicalizadas que as obras apresentam até a dissolução do projeto coletivo em 1962.

Os itens – continua Reynaldo - são certamente problemáticos, já que exigem o recurso a inúmeros empréstimos (já serão suficientemente delicados aqueles junto às famílias dos artistas diretamente envolvidos, uma vez que, entre aqueles de primeira hora ainda vivos, temos apenas Ferreira Gullar e Reynaldo Jardim). Por outro lado, uma vez que não se pretende, em princípio, tratar dos desdobramentos ulteriores do neoconcretismo, não há também muitas justificativas para tratar dos antecedentes. O essencial seria, no caso, deixar explícitos para o visitante os princípios que orientaram as teses neoconcretas, motivo pelo qual a ortodoxia paulista ou os simpatizantes apenas aproximados não estão presentes na exposição.

Veja algumas fotos de obras expostas
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