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Biblioteca, Araken
rioecultura : EXPO Biblioteca, Araken : Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
ABERTURA:
1 de julho de 2009
ENCERRAMENTO:
23 de agosto de 2009
LOCAL:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
Av. Infante Dom Henrique, 85
Aterro do Flamengo
(21) 2240 4944
FUNCIONAMENTO:
De 3ª a 6ª feira, das 12h às 18h
Sábado, domingo e feriados, das 12h às 19h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.
INGRESSO:
R$14 [inteira]
R$7 [meia]
Entrada gratuita [Amigos do MAM e crianças até 12 anos]
Todas as quartas-feiras a partir das 15h: entrada gratuita
Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$14
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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A mostra é composta de 1.026 pinturas reunidas em 33 livros, numerados de acordo com o desenvolvimento do trabalho do artista, a partir de 2005, com texturas, materiais e os limites do próprio universo dos livros. Na coleção a ser exposta no MAM, há um conjunto variado de livros. Há os que sofreram intervenções de Araken, sobre moda, design, jardins europeus, cartões postais e fotos aéreas; outros compostos só de pinturas e desenhos do artista; e, ainda, aqueles que, além de páginas com pinturas, apresentam textos de Araken sobre filosofia, poesia e filosofia da arte. Um dos livros que é objeto da ação do artista aborda a razão, fé e sensibilidade na história da pintura, o que, de certa forma, encerra o conceito da exposição.



Há mais de 40 anos se dedicando às artes plásticas, com formação em aviação, arquitetura, filosofia e teologia, Araken propõe justamente uma nova leitura da realidade e da vida com o amálgama da pintura e do livro. Para ele, a mostra no MAM enquadra-se melhor na "categoria" de instalação, porque a relação do público com os objetos de arte (livros) será diferente da relação que se tem com pinturas tradicionais, expostas em quadros.

- Não se trata de uma exposição nem de pinturas, nem de esculturas. Os livros deslocam-se para o centro do salão, sobre uma asa de nove metros, com uma iluminação especial. Existe uma pretensão cênica, próprias das instalações. Além disso, há um filme de seis minutos que complementa o entendimento das pessoas acerca do processo de criação das obras e do sentido delas - explica Araken.

Os visitantes da exposição "Biblioteca" poderão apreciar as capas e algumas páginas de cada livro exposto. Para compensar a limitação inerente ao fato de que cada livro contém dezenas ou centenas de pinturas, recorreu-se à tecnologia de imagens digitais: as páginas internas poderão ser apreciadas por meio de quatro aparelhos de foto digital, que ficarão alternando imagens dos conteúdos das obras. Segundo Araken, muitos livros nasceram de pinturas ou desenhos em que eram realizadas experiências de materiais especiais como resina, betume, vernizes, pigmentos, entre outros, bem como de tipo de papéis, lonas e outras superfícies. A intenção era buscar novos vôos, além do espaço tradicional da tela em branco, e experimentar novos desafios em termos de texturas, fundos, composição de imagens, diálogo de situações, sensações e significados.



- "Biblioteca" é uma viagem em busca da realidade que segue três caminhos: Razão (filosofia), Fé (teologia) e Sensibilidade (arte). É a tentativa de entender a arte, o ofício do pintar - define Araken, admirador de Aristóteles, Santo Tomás de Aquino, Rembrandt, Jacques Maritain, Joseph Beuys, Iberê Camargo e Anselm Kiefer.

Em tempos de discussão sobre o papel da arte, o fim de alguns meios de comunicação e a convergência de outros, a exposição "Biblioteca" também levanta questões como, por exemplo, o retorno do livro à condição de obra de arte. De mais um entre milhares que saem das gráficas, o livro, ao sofrer a intervenção do artista, volta a ser único, como nos idos dos manuscritos. Ao retomar sua aura de objeto de arte, o livro "em papel" não corre o risco de ser extinto por causa do advento do livro digital. Nesse sentido, a exposição faz um duplo convite: a uma revalorização do livro "artesanal" e, ao mesmo tempo, à reflexão sobre o livro - e outros meios - como espaço que permite uma maior intimidade com a pintura.

Em agosto também será lançado o terceiro livro de Araken, com as obras da exposição atual, patrocinada pela Bradesco Seguros e Previdência. O livro sai pelo selo da editora Paper Mill, com texto de Reynaldo Roels, atual curador do MAM.

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