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Carlos Vergara: A dimensão gráfica – uma outra energia silenciosa
rioecultura : EXPO Carlos Vergara: A dimensão gráfica – uma outra energia silenciosa : Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
ABERTURA:
13 de novembro de 2009
ENCERRAMENTO:
14 de março de 2010
LOCAL:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
Av. Infante Dom Henrique, 85
Aterro do Flamengo
(21) 2240 4944
FUNCIONAMENTO:
De 3ª a 6ª feira, das 12h às 18h
Sábado, domingo e feriados, das 12h às 19h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.
INGRESSO:
R$14 [inteira]
R$7 [meia]
Entrada gratuita [Amigos do MAM e crianças até 12 anos]
Todas as quartas-feiras a partir das 15h: entrada gratuita
Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$14
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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A exposição apresenta um conjunto de mais de 200 trabalhos realizados pelo artista dos anos 1960 até hoje, onde a linguagem gráfica é o fio condutor.

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27.11 [sexta-feira]
visita guiada com o curador do MAM: Luis Camillo Osório 40 vagas - distribuição de senha 30 min antes no foyer
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George Kornis (curador) destaca que a produção de Vergara se expressa por diversas linguagens, e esta exposição no Museu de Arte Moderna pretende dar visibilidade à linguagem gráfica, presente em toda a sua trajetória, de diversas maneiras: monotipias, gravuras, desenhos, 3D, fotografias, filmes. “Vergara não é somente um pintor, como ele costuma ser apresentado”, comenta Kornis.

“Sempre me incomodou que na boa e vasta bibliografia sobre ele há uma fixação em torno de sua obra pictórica”, diz. Ele observa ainda que é comum, na trajetória de Vergara, que um trabalho migre para vários outros suportes: “uma fotografia pode se desenvolver em uma serigrafia, que por sua vez poderá mais tarde se tornar pintura”. “Esta é uma grande alquimia dele”, afirma.

O curador conta que o título da mostra surgiu da lembrança da exposição “Silent Energy”, realizada em 1993 no Museu de Arte Moderna de Oxford, na Inglaterra, que revelou ao mundo a arte contemporânea chinesa. “Ao estarmos diante de uma obra de arte, há uma percepção, uma energia transformadora, que opera em silêncio”, observa ele. “Esses trabalhos não são tonitruantes como os demais, são silenciosos”.

Ele ressalta que não se trata de uma retrospectiva, embora haja “um olhar que atravessa toda a sua produção”. A mostra terá trabalhos nunca mostrados, além de obras inéditas no Rio, como a instalação que fez para a Capela do Morumbi, São Paulo, em 1992, ou o conjunto completo de monotipias da série Gávea. O célebre painel de desenhos de 20 metros de comprimento, feito para a Bienal de Veneza, em 1980, também estará na mostra do MAM.

Para o artista, a exposição se reveste de um caráter particularmente interessante, o de ter a curadoria de um colecionador, que o acompanha desde sempre. “Para o artista, e também para o público, é especial acompanhar esse olhar, que reflete o método sistemático e obsessivo de um colecionador dedicado que me acompanha desde o começo”, afirma Carlos Vergara. Kornis concorda que usou o “critério exato” que usa em sua coleção: “o de elos, ligações, entre os trabalhos”. Ele compara essa ligação entre as obras à escolha de um roteiro musical de um show, ou à seqüência de músicas que espontaneamente surge em uma roda de instrumentistas.

As cercas de 200 obras são provenientes do ateliê do artista e de coleções privadas, como a de, Gilberto Chateaubriand e do próprio George Kornis, além de outros acervos. Para se chegar a esse universo, o curador pesquisou por mais de um ano o Acervo Carlos Vergara, para mapear a produção do artista. “O acervo está muito bem organizado, então foi possível visualizar, em toda sua extensão, as múltiplas linguagens e os interesses que atravessam sua trajetória”.

ESCALA
Para contornar a disparidade de escala entre pequenos desenhos dos anos 1960, “como era comum naquela época”, até as obras monumentais dos anos 1980 até agora, o curador reuniu em “vitrines verticais” os trabalhos menores, para “criar um campo visual” e permitir que os trabalhos de pequeno formato possam enfrentar os de grandes dimensões. “É preciso que o público se detenha diante das pequenas obras, que dê um pouco de tempo a elas”, afirma Kornis.

A exposição não terá um critério cronológico, mas para organizar o espaço a curadoria optou por delinear quatro grandes núcleos de observação, organizados em torno de temas presentes na produção de Vergara: indivíduo e coletividade; espaço e tempo; cor e forma; e os diversos materiais, suportes e processos utilizados pelo artista. Entretanto, George Kornis avisa que esse critério não será explícito por módulos ou outras marcações. “Foi, na verdade, uma forma de organizar o pensamento”.

INDIVÍDUO E COLETIVIDADE
Dentro deste núcleo de observação, estão entre outras obras as séries dedicadas ao carnaval, “um tema caro ao Vergara”. Para Kornis, tão importante quanto desenhos e gravuras já consagrados são as camisetas e fantasias desenhadas pelo artista para os blocos de carnaval Cacique de Ramos e Simpatia é Quase Amor. O grande painel de desenhos para a Bienal de Veneza e um amplo conjunto de máscaras estão dentro dessa ideia.

ESPAÇO E TEMPO
Dentre essas obras estarão desenhos como o ensaio, nunca mostrado, de auto-retratos do artista. “Desenho é muito simples: você experimenta muito. A ideia de croquis, sua leveza, permanece no trabalho até o final, ainda que você mude de suporte. Guarda o frescor da anotação”, diz Carlos Vergara.

COR E FORMA
Dentro deste núcleo de observação estão entre outras obras um conjunto de litografias, serigrafias, monotipias e desenhos estruturados em torno de questões cromáticas e formais.

MATERIAIS, SUPORTES E PROCESSOS
Este grupo de trabalhos apresentam algumas pesquisas de Vergara com diversos materiais, suportes e processos de produção visual.

CATÁLOGO
A exposição será acompanhada de uma bem-cuidada edição de um catálogo, com textos de George Kornis e da professora e crítica de arte Glória Ferreira. A publicação será lançada ao longo da exposição, a fim de que as instalações a serem montadas possam ser fotografadas. O catálogo, além de representar um registro importante da mostra, busca ainda fomentar a pesquisa, a reflexão e o debate acerca da obra de Carlos Vergara. O compromisso com a produção e a difusão do conhecimento sobre a obra do artista conduzirá também à realização de projeções, conferências e debates durante os meses de exibição da mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Curadoria George Kornis
Patrocínio Vale e Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro
Realização Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Produção Automática
Assessoria de Imprensa CW&A Claudia Noronha
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