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Arredores e Rastros [Cristina Canale]
rioecultura : EXPO Arredores e Rastros [Cristina Canale] : Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
ABERTURA:
30 de junho de 2010
ENCERRAMENTO:
15 de agosto de 2010
LOCAL:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ)
Av. Infante Dom Henrique, 85
Aterro do Flamengo
(21) 2240 4944
FUNCIONAMENTO:
De 3ª a 6ª feira, das 12h às 18h
Sábado, domingo e feriados, das 12h às 19h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.
INGRESSO:
R$14 [inteira]
R$7 [meia]
Entrada gratuita [Amigos do MAM e crianças até 12 anos]
Todas as quartas-feiras a partir das 15h: entrada gratuita
Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$14
Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem aviso prévio. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair.
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O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta, de 1 de julho a 15 de agosto de 2010, a individual de pinturas figurativas de Cristina Canale "Arredores e rastros", abrangendo os últimos 15 anos de produção da artista carioca, residente em Berlim.

rioecultura : EXPO  Arredores e Rastros [Cristina Canale]
Mãe e filha
2007
140x165
técnica mista s/ tela


A exposição reúne 20 telas, de 1995 a 2010, sob curadoria Luiz Camillo Osorio, que escolheu enfocar este período por identificar nele uma transformação na obra de Canale, a partir da sua ida para estudar na Alemanha, e até o momento atual. Na avaliação do curador, ela manteve o foco de sua pintura nas formas, mas abandonou o tratamento da imagem carregado de matéria e descobriu o poder expressivo do traço.

Lançada, em 1984, pela mostra Como vai você, Geração 80?, a artista fazia parte do grupo de jovens alunos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ, que passaram a integrar, após este evento, um dos núcleos mais consistentes e conhecidos da retomada da pintura no Brasil.

Na década de 80, seu trabalho se caracterizou pelas telas multicoloridas de farta matéria pictórica, e temas ligados à natureza. Em 1993, mudou-se para Berlim e, neste ano, recebeu a bolsa de ateliê-residência no Castelo de Wiepersdorf, do Estado de Brandemburgo. De 1993 a 1996 estudou na Academia de Artes de Düsseldorf, com bolsa do Departamento de Intercâmbio Acadêmico da Alemanha (DAAD), sendo orientada pelo artista conceitual holandês Jan Dibbets.

Em "Arredores e rastros", as pinturas figurativas, de 1995 a 1998, de referência botânica, apresentam menos tinta superposta à tela do que as da fase anterior, o que permitiu à artista "descobrir" a linha e a tensão entre ela e as manchas de cor. Esta abordagem mais planar, menos matérica, veio de muitos desenhos que Canale fez nos jardins do Castelo de Wiepersdorf, Alemanha, e, mais tarde, no zoológico, aquário e jardim botânico ou nas ruas de Berlim.

rioecultura : EXPO  Arredores e Rastros [Cristina Canale]
La chair est triste
2009
200x200cm
tec mista sobre tela


O repertório da artista se deslocou do reino vegetal para utilitários - vasos, lustres, cadeiras, "quase uma evolução da forma de uma grande flor ou folha", diz Canale.

Surgiu, então, uma série de poltronas, que entraram, mais adiante, em um cenário interno ou externo. "A poltrona virou outras estruturas arquitetônicas - casa na floresta, piscina etc, até eu achar tudo muito estático", avalia a artista. Ela, então, acrescentou pessoas e seus animais de estimação.

Nos anos 2000, quando introduziu a figura humana em movimento nas pinturas, Canale partiu de pequenos desenhos de observação e de fotos clicadas por ela própria, a partir das quais recorta e monta segmentos de uma com o fundo da outra. Nesse processo, as imagens passam por uma dissolução do realismo para entrar no "mundo da pintura", como define a artista.

- Acho que nesta última década, assumi uma obra mais figurativa, contando mais estórias e mais emocional, e fiquei muito feliz e à vontade com esta possibilidade, ela comemora.

As imagens nas pinturas da artista são familiares: plantas, jardins, cenas casuais de interiores e exteriores, temas simples, sem tragicidade. Sobre os trabalhos mais recentes, Cristina se confessa mais atenta à articulação geométrica do espaço da tela, buscando planos mais próximos e campos de cor mais nítidos. "Onde a cor está mais diluída e os vazios deixam as massas de cor respirar, a linha pode ser mais solta e divagante", observa Camillo Osorio.

O curador diz que "são as relações de cor que articulam as figuras no espaço, atraindo os corpos, dilatando ou comprimindo as formas, enfim, criando campos de força que mobilizam a nossa percepção".

"Arredores e rastros" vem acompanhada de um livro pela editora Garamond, com texto de Luiz Camillo Osorio, com 45 imagens em 56 páginas, edição bilíngue [português e inglês], com projeto gráfico da Danowski Design.

Além desta mostra no MAM-RJ, ela participa, como artista convidada, do grupo de exposições a ser inaugurado, em 17 de julho, no Centro Cultural São Paulo.

Exposições

A primeira individual de Cristina Canale foi em 1985, na Galeria Contemporânea, RJ, seguida de outras 29, em museus e galerias comerciais do Rio de Janeiro, de São Paulo, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte e Goiânia [Brasil], Berlim, Koblenz, Bretten, Fürstenberg, Elf, Marburg e Schriesheim [Alemanha], Lisboa e Antuérpia.

Ela tem 62 participações em coletivas no Brasil, Chile, EUA, Alemanha, França, Portugal, Suécia, salões locais e nacionais e na Bienal Internacional de SP de 1991, na qual ganhou o prêmio Governador do Estado. Em 2004, participou de Onde está você, Geraçao 80?, no CCBB RJ.

Suas pinturas fazem parte de coleções como Gilberto Chateaubriand | MAM-RJ, João Sattamini | MAC-Niterói, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Itaú Cultural, MAC-USP, Marcantonio Vilaça [SP e Recife], Metrópolis [TV Cultura, SP], Jornal O Globo [RJ], Sammlung der Stadt Sparkasse Frankfurt Oder, Frankfurt Oder, Alemanha.
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